domingo, junho 14, 2009

"Se um dia o diabo quiser faremos o crime perfeito"


(Donna Maria - Quase perfeito)

quarta-feira, junho 10, 2009

Preciso de música...


Inês Moreira Santos

domingo, junho 07, 2009

A originalidade do pecado

Vem comigo...
Vou guiar-te para o pecado.
Um muito diferente de qualquer um que já tenhas experimentado.
O meu pecado original.

Inês Moreira Santos

sábado, maio 30, 2009

Encanta-me

Encanta-me com as tuas palavras.
Simples.
Doces.
Fortes.
Encanta-me com a tua melodia.
O teu ritmo.
A tua voz.
Os teus gestos.
Encanta-me com os teus lábios.
Os teus sorrisos.
Os teus beijos.
Os teus sussurros.


Inês Moreira Santos

quarta-feira, maio 27, 2009

Aquele olhar meigo que toca à distância,
Aquele sorriso sincero que encanta,
Aquele ar snob que esconde a doçura,
Aquela voz suave que transpira inocência.

Inês Moreira Santos

sexta-feira, abril 03, 2009

"...But once I was dead there was nothing to do beside, picking me up and lying me down waiting for some angel to wake me..."

Angel Song - Silence 4

segunda-feira, março 23, 2009

Quebramos os dois

"Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extinguir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias."


Toranja - Quebramos os dois

sexta-feira, março 20, 2009

terça-feira, março 10, 2009

Sussurros das estrelas

As estrelas dizem-me que andas por aí
Que corres desesperado.
Procuras um caminho?


Inês Moreira Santos

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Intocável

Não me toques!
Sou vidro gelado.
Sou sombra, sou nada.
Pedaço de areia, pedaço de mar, pedaço de ar, pedaço de ti?
Vês-me?
Sentes-me?
Ouves-me?
A transparência do meu olhar vazio cativa-te?
A minha pele fria,
O meu respirar de gelo cortante.
Magoo-te?

A minha pele nua e pálida é feita de pedra.

Sou estátua.

Imóvel, inerte,

Vazia de sentido.

Prestes a desfazer-se em cacos.

Quero sentir a dor,

Mas não a sinto.

Nada me toca.

Nada me vê.

Nada me sente.

Nada me ouve.

Nada cativo.


Inês Moreira Santos

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Vamos...

Vamos dar as mãos e voar entre as nuvens...
De mãos dadas, vamos caminhar levemente sobre o mar, atravessando o oceano...
Vamos ganhar asas e sonhar que somos anjos...
Vamos saltar sem medo do topo da torre mais alta, ansiando pela sensação de cair no vazio.

Vamos viver no limite da loucura.
Vamos mergulhar nas sensações menos experimentadas.
Vamos sentir tudo a todo o instante.

Vamos queimar a pele sem doer.
Vamos arranhar a alma com prazer.
Vamos gritar de agonia sofucante.
Vamos rir com maldade e sem razão.

Vamos mergulhar na escuridão da noite.
Vamos caminhar sobre os raios de Sol da manhã.
Vamos andar no meio da chuva intensa de Inverno.

Vamos sorrir ao amanhecer e viver a vida num sonho...


Inês Moreira Santos

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Pedaços de loucura arranham-me a alma...
Quero cantar, quero sonhar, quero voar...
Experimentar a dor, o sonho, a realidade, a liberdade.

Inês Moreira Santos

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Quero percorrer como uma louca as margens do rio do teu corpo.
Quero sentir a melodia da noite a acompanhar a minha loucura...

Inês Moreira Santos

domingo, janeiro 18, 2009

Devaneios...

Quero mergulhar num emaranhado de emoções e experimentá-las uma a uma...


Inês Moreira Santos

domingo, janeiro 11, 2009

Quero ser livre...


E poder voar todas as noites nos sonhos do mundo...


Inês Moreira Santos

sábado, janeiro 10, 2009

sábado, novembro 29, 2008

O sombrio da noite envolve-me,
Os minutos passam demasiado depressa
Enquanto tento esquecer os tormentos e agonias sofucantes.
Os gritos silenciosos e abafados que saem de mim não têm qualquer expressão.
E continuo oprimida num mar negro de sentimentos frágeis mas consistentes.
Os sussurros das paredes que cochicham e se riem do meu eu inanimado sobre a cama.
A incerteza que a noite carrega na sua brisa gélida,
Torna o meu coração mais frio do que nunca.
Tudo consegue fazer com que o meu desespero se adense e propague às horas do dia.
Luto contra os vultos invisíveis que se aproximam de mim.
Os olhares vazios assemelham-se ao meu.
O meu canto já não soa a nada, a minha melodia mudou.
A noite trouxe até mim o silêncio.
A subtileza de um olhar profundo já nada me diz.
As palavras surdas são as únicas que me cativam.
O silêncio incómodo é a mais pura e simples forma de me despertar.
E levanto-me. Os meus passos fracos fazem ranger o soalho velho e gasto.
Vagueio pela casa sem saber para onde vou.
Os olhos semi-cerrados não transmitem qualquer emoção. Nada.
E continuo a caminhar. E dou voltas e voltas pela casa.
A noite torna-se ainda mais escura. Como se a Lua e estrelas tivessem desaparecido.


Olho em volta agora. Estou deitada no chão da sala, perdida numa claridade insistente.
Amanheceu. É dia, mas continuo mergulhada na sofreguidão nocturna.
Quanto mais se ergue o Sol, mais dor sinto.
Como se espinhos se me cravassem na pele.
As minhas mãos gelam o meu coração quente.
Fujo de todos, grito no vazio,
E encontro-me aqui.


Inês Moreira Santos

segunda-feira, outubro 06, 2008

Praxe recolhe dadores de medula óssea em Lisboa

Recolher dadores de medula óssea foi a praxe que os alunos do sexto ano da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa organizaram para os novos estudantes.

Os futuros médicos andaram pelo Cais do Sodré, em Lisboa, esta quarta-feira à tarde, juntamente com uma Unidade Móvel de Saúde, da Santa Casa da Misericórdia, na tentativa de angariar o máximo de inscrições para o registo nacional e mundial de dadores de medula óssea, no qual muitos deles também se inscreveram. Reuniram-se 100 inscrições, entre alunos de medicina e transeuntes.

A ideia, já pensada há alguns anos, foi finalmente concretizada. “Há muitos mitos à volta da doação de medula”, disse Diogo Martins, aluno do sexto ano e um dos organizadores. Antes da iniciativa, caloiros e veteranos assistiram a uma palestra sobre leucemia e transplante de medula óssea, para informarem devidamente quem passava. No local, os dadores tinham de preencher um questionário sobre as suas doenças anteriores e tirar uma amostra de sangue que seguiria para análise. Depois seriam contactados para os restantes procedimentos.

A praxe foi muito bem aceite tanto por caloiros como pelos restantes dadores. Diogo Martins “não esperava uma adesão tão grande”. Para Joana Teixeira, aluna do primeiro ano, esta é uma iniciativa “muito altruísta”, mas a decisão “tem de ser consciente porque podemos mesmo ser chamados”.

José Carlos Caetano, também caloiro, disse ser necessário sensibilizar as pessoas para a doação pois “há coisas que os médicos podem fazer, mas há outras para as quais precisam da nossa ajuda”. André Pereira ia a passar e foi surpreendido por esta causa: “Entrarmos no registo de dadores de medula acho que é uma coisa muito importante, há poucas pessoas compatíveis e a oferta nunca é suficiente”. Ana Zacarias já era dadora de sangue e para ela esta “é uma iniciativa que vale a pena”.

Esta actividade contraria a ideia tradicional da praxe. “[Com estas iniciativas] podemos mudar mentalidades e se formos seguidos por outras faculdades tanto melhor”, explica Diogo Martins. Sofia Amante, aluna do primeiro ano, partilha desta ideia: “As pessoas ficaram a ver de outra maneira a praxe”.

Inês Moreira Santos


Esta é a minha primeira notícia para a cadeira de PJ e pode ser encontrada também em: NMagazine.

sábado, julho 05, 2008

Música...



Música... Música... Música...

Gabrielle - Out of Reach
by: Inês Moreira Santos

quarta-feira, junho 04, 2008

Jornal da Nova

Bem... Foi das coisas mais giras que já fizemos para a faculdade é certo... :P



Sendo eu a pior, valeu-nos a actuação das restantes meninas. :D
Muito trabalho, muita diversão.

Beijinhos e Abraços ***

Inês Moreira Santos